terça-feira, abril 30, 2013


Dica do Dia - Bet Calçados

Bom dia queridas!!!

Hoje tenho uma dica super legal para as noivinhas de plantão que querem ter um calçado especial para o seu BIG DAY, a BET CALÇADOS esta localizada na Rua 323 nº 31, Conj São Cristovão, Bairro Jangurussu - Fortaleza - CE, CEP 60866-420.
Os contatos da mesma podem ser feitos no site: http://bet-calcados.zip.net/, ou diretamente por e-mail: bet_calcados@hotmail.com.
No Facebook da empresa tem vários depoimentos de clientes: http://www.facebook.com/betcalcados

Tem vários modelos e cores disponíveis:






Em quanto tempo você produz e entrega?

Trabalhamos com fechamento de lote, todo dia 20 de cada mês fecha um lote,prazo de postagem nos correios é de até 45 / 50 dias após essa data do fechamento (20)
Exemplo.: dia 20/04 fecha e chega meio de JUNHO
dia 20/05 fecha e chega meio de JULHO
dia 20/06 fecha e chega meio de AGOSTO
Obs: Até essa data (20) tem que estar total pago (sapato+frete)
Nossos sapatos são feitos artesanalmente um a um por isso um prazo mais estendido.

Qual o valor do frete e quantos dias demora para chegar em qualquer lugar do Brasil?
Frete fixo 
1 par 22,00
2 pares 28,00
3 pares 35,00
acima de 4 pares 12,00 o frete de cada par
Esse valor é de entrega PAC...
O prazo de entrega depende dos correios, agencias, cada lugar tem uma demora, normalmente uns 15 dias...

Os modelos montamos na hora dependendo do que a cliente quer, porém a numeração de palmilha é uma só ... tamanho do 33 ao 39. sapato tamanho 40 somente em saltos acima de 7cm.

Sapatos são feito sob encomenda, não exatamente sob medida.. sendo assim a cliente pode escolher o modelo de um, com a cor do outro, o laço do outro, o salto do outro, o tamanho de outro etc.. ela monta. Porém NÃO fazemos outros modelos, só fazemos modelos do nosso álbum ok ...

NÃO efetuamos trocas, por isso tem que ver no álbum as fotos de tamanho de palmilhas, para tirar a medida da palmilha de um sapato que tenha e pedir o número certo. Aconselhamos pedir o número que mais esta acostumada a comprar na cidade. Não TROCAMOS !!!Ficaram interessadas nos sapatos super lindos da Bet Calçados?
Então ela tem uma super promoção pra gente: o preço do Sapato para quem indicar que conheceu a loja dela através do Blog Casar ou Comprar uma Bicicleta, poderá ter o sapato entre o valor de R$ 85,00 a R$ 80,00 (dependendo de quantas clientes fecharem pedidos)...
NÓS DA BET CALÇADOS LTDA, declaramos que todas as informaçoes expressas a cima são verídicas e autorizamos a publicação das mesmas inclusive as fotos de nossos produtos.
 
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segunda-feira, abril 29, 2013


Inspirações para Noivinhos de Madeira

Bom dia!!!

Hoje vamos ver algumas inspirações de noivinhos de madeira...

Tem tanta variedade, que para fazer o seu topo de bolo, existem "N" maneiras de "enfeitá-lo" ...

Ele pode ser pintado, pode ter apliques de biscuit, cabelo de linha, roupinhas de tecido, enfim existem inúmeras possibilidades de deixá-los uma gracinha, vamos ver?











Existem vários modelinhos de noivinhos de madeira, vai do seu gosto e também das características dos noivos...

Mas se você não tem dotes artísticos, para pintá-los não se preocupe, existem muitas empresas especializadas que fazem um trabalho realmente incrível... Porém o preço pode ser um pouco alto, visto que são profissionais de muita qualidade...

Pra você que não sabe pintar, mas mesmo assim não pode gastar muito, uma ótima opção é comprar os noivinhos em madeira crua, e pedir para uma artesã de confiança só pintá-los, ou ainda pedir a uma costureira pra fazer uma roupinha bem legal e no cabelo dá pra por biscuit ou até linha hehe...

Viu pra tudo tem solução hehehe...

Se você não quer comprar  seus noivinhos "no estrangeiro", tem uma loja chamada Armazém da Madeira que é de Joinville-SC, que tem um modelinho a venda.

No caso para comprar tem que encomendar duas bonecas, cada uma custa R$ 16,90, lembrando que são cruas e ainda tem o valor do frete (preço consultado em 29/04/2013).

Beijocas e até mais!!!

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sexta-feira, abril 26, 2013


Para Inspirar sua Sexta! (Mural de fotos com Balões)

Olha só que mural de fotos dos noivos diferente?
Simples, fácil de fazer, econômico e super fofo!!!

E aí quem gostou inspire sua sexta!!!


Beijocas!!!!
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quinta-feira, abril 25, 2013


Mostra Sposare 2013 - Camboriú - SC



Programação Mostra SPOSARE 2013
Horarios de visitação: 
03 de Maio das 18:00 as 22:00
04 de Maio das 14:00 as 22:00
05 de Maio das 14:00 as 20:00
Valor do ingresso para visitação R$ 10,00, pode ser adquirido no local
Para visitar mais de um dia e pagar somente um ingresso basta deixar o nome e numero de RG na secretaria do evento

Dia 03 de maio sexta-feira
18:00 Abertura oficial da Mostra SPOSARE
20:00 Desfile Ivanna Corrêa Ateliê
22:00 Encerramento da visitação

Dia 04 de maio sábado
14:00 Abertura para visitação
18:00 Desfile Maison Veridiane
19:00 Desfile Atelieria
22:00 Encerramento da visitação

Dia 05 de maio Domingo
14:00 Abertura para visitação
16:00 Desfile Maison Veridiane
17:00 Desfile Noivas e Festas
17:30 Desfile Atelieria
18:30 Desfile Ivanna Corrêa Ateliê
20:00 Encerramento e Resultado dos Concursos Culturais “Casamento Completo” , “Lua de mel em um Cruzeiro” e “Quarto dos sonhos”.


As noivinhas de SC irão?
Quero ver se conseguirei ir, qualquer coisa nos vemos por lá...
Beijocas!!!
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quarta-feira, abril 24, 2013


DIY - Topo de Bolo (Noivinhos de Madeira) por Erika Estato

Bom dia flores do meu jardim!!!
Hoje vim mostrar um DIY que já foi publicado no site do Casando sem Grana nesse link aqui; pedi autorização pra Erika, e ela autorizou a publicação, por que postar ele aqui novamente? Por que é um DIY super hiper mega bem explicado, com um passo a passo bem legal, eu mesma estou com os meus noivinhos de madeira aqui, só esperando pra serem pintados por mim graças ao post da Erika!!! (não pintei os meus ainda por que os trajes ainda não estão totalmente definidos, rsrs)

Então vamos ao tutorial da Erika:

"Sempre namorei os noivinhos de topo de bolo de madeira. Acho lindos!! São mil modelos diferentes e eu gosto de quase todos! Ai andei pesquisando e vi coisas de valores tão absurdos que dá até vergonha de comentar. São noivinhos que passam dos R$700,00!!!! E eu, como boa noiva sem grana que sou, comecei a pensar em uma alternativa mais barata! Logo encontrei no site Etsy um conjunto DIY de noivinhos de madeira. Vem tudo: 2 casais de noivinhos, tintas (são 5 cores a sua escolha), pinceis, lixa de madeira e uma cola branca pra dar acabamento a pintura. Custa $18 dólares, além dos 6% de imposto que são cobrados pela compra no exterior (IOF) e não me perguntem como, mas os 10 dolares que cobram de frete ainda não cairam no meu cartão e acho que não vão. Achei que foi um valor super razoável perto dos praticados por aqui. Gastei pouco mais de R$40,00 em dois casais, ou seja, 20tão em cada!!
Gostei do site etsy e gostei da entrega. Chegou tudo certinho e em menos de 10 dias. Comprei NESTA LOJA.
Vem tudo num saquinho lindinho, com instruções de uso (em inglês) e tudo! Um capricho!!

 
Quando o material chegou eu fui logo pesquisando na internet uns modelos de bonequinhos pra me inspirar na hora de desenhar. Os noivinhos vem só na madeira e aqui é onde entram os dotes artísticos: desenho a mão livre.
Eu achei vários modelos interessantes na internet e comecei a rabiscar. Usei lápis e fiz os traços bem fininhos e leves, porque assim é fácil de apagar os erros. Lápis e borracha, minha cara. Serão seus melhores amigos. Se não tem nenhum talento aqui vai a dica: use um desenho simples!! Bem simples…
Desenhei primeiro a bonequinha (Eu!! rs) e depois o noivinho. O noivinhos é mais detalhado por causa do terno. Mas é fácil. Não precisa ter medo..

 
Com os riscos prontos iniciei a pintura. Primeiro as cores claras, branco, cinza, dilui um pouco de cinza com branco pra ficar bem clarinho, porque o que vem no kit é um pouco escuro.
 



 


 

 

 


 Depois eu reforcei os traços mais finos e claro novamente, sobre a tinta escura.





 
 

Os traços fininhos são feitos com o pincel mais fino, e os espaços maiores, você preenche com o pincel maior. Muita luz no local do trabalho, mão firme e calma.
Os olhos eu fiz com o auxílio de um palito de dentes. Nessa parte eu fiquei com bastante medo de errar, mas se fizer bem devagarzinho, vai dar certo! Acredite! Dá tudo certo no fim! E se borrar alguma coisa, cubra com tinta novamente.

Deu super certo. E tem mais minha cara, se o primeiro ficar um fiasco, tem um segundo. E não sei ao certo, mas a tinta acrilica é diluída em agua, então me arrisco a dizer que seja possível lavar tudo e começar do começo. Estou chutando, pois não tentei isso. Mas se tudo estiver perdido, é uma saída..rs
No kit também vem uma lixinha de madeira, acho que isso também ajuda na hora de consertar erros.
Depois de tudo bem seco, passe uma segunda mão, pois as cores escuras ficam falhadas. Faça ajustes que achar necessário (eu coloquei uma rendinha, pois o decote ficou muito baixo). Deixe secando novamente e pra finalizar pincele cola branca (que vem no kit como coat top) em todo o bonequinho.


 

 Está pronto o seu topo de bolo. Moderno, lindo, personalizado e o melhor: feito por você."

 


E aí quem gostou? Quem irá se aventurar nesse DIY?
Eu vou, assim que eu fazer vou fotografar e mostrar tim tim por tim tim pra vocês!!!

E a você Erika muitíssimo obrigada por autorizar a publicação!!!

Fonte texto e imagem Erika Estato, disponível em: http://casandosemgrana.com.br/tutorial-topo-de-bolo-noivinhos-de-madeira/.
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terça-feira, abril 23, 2013


SORTEIO BLOG UMA LINDA PROMESSA

Meninas passando pra divulgar o super hiper mega sorteio do Blog Uma linda Promessa!!!

Tem sorteio pras noivinhas e pras casadinhas!!!

Cliquem aqui e boa sorte!!!!
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Casamento no Civil - Parte II (Código Civil)



Bom dia queridas!

Hoje mais um pouquinho de burocracia, peguei os artigos que falam sobre o casamento  no Cód. Civil Brasileiro, para estarmos "ligadas" quanto as questões do casamento!!!

O Código Civil Brasileiro, em seu LIVRO IV - Do Direito de Família, TÍTULO I - Do Direito Pessoal, SUBTÍTULO I - Do Casamento, CAPÍTULO I - Disposições Gerais, diz o seguinte:

Art. 1.511. O casamento estabelece comunhão plena de vida, com base na igualdade de direitos e deveres dos cônjuges.
Art. 1.512. O casamento é civil e gratuita a sua celebração. (Obs: A celebração é gratuita, mas o processo da habilitação do casamento é cobrada, consulte o regimento de custas e emolumentos de seu estado para saber quais são os custos que poderão cobrar de vocês)
Parágrafo único. A habilitação para o casamento, o registro e a primeira certidão serão isentos de selos, emolumentos e custas, para as pessoas cuja pobreza for declarada, sob as penas da lei.
Art. 1.513. É defeso a qualquer pessoa, de direito público ou privado, interferir na comunhão de vida instituída pela família.
Art. 1.514. O casamento se realiza no momento em que o homem e a mulher manifestam, perante o juiz, a sua vontade de estabelecer vínculo conjugal, e o juiz os declara casados.
Art. 1.515. O casamento religioso, que atender às exigências da lei para a validade do casamento civil, equipara-se a este, desde que registrado no registro próprio, produzindo efeitos a partir da data de sua celebração.
Art. 1.516. O registro do casamento religioso submete-se aos mesmos requisitos exigidos para o casamento civil.
§ 1o O registro civil do casamento religioso deverá ser promovido dentro de noventa dias de sua realização, mediante comunicação do celebrante ao ofício competente, ou por iniciativa de qualquer interessado, desde que haja sido homologada previamente a habilitação regulada neste Código. Após o referido prazo, o registro dependerá de nova habilitação.
§ 2o O casamento religioso, celebrado sem as formalidades exigidas neste Código, terá efeitos civis se, a requerimento do casal, for registrado, a qualquer tempo, no registro civil, mediante prévia habilitação perante a autoridade competente e observado o prazo do art. 1.532.
§ 3o Será nulo o registro civil do casamento religioso se, antes dele, qualquer dos consorciados houver contraído com outrem casamento civil.
CAPÍTULO II
Da Capacidade PARA O CASAMENTO
Art. 1.517. O homem e a mulher com dezesseis anos podem casar, exigindo-se autorização de ambos os pais, ou de seus representantes legais, enquanto não atingida a maioridade civil.
Parágrafo único. Se houver divergência entre os pais, aplica-se o disposto no parágrafo único do art. 1.631.
Art. 1.518. Até à celebração do casamento podem os pais, tutores ou curadores revogar a autorização.
Art. 1.519. A denegação do consentimento, quando injusta, pode ser suprida pelo juiz.
Art. 1.520. Excepcionalmente, será permitido o casamento de quem ainda não alcançou a idade núbil (art. 1517), para evitar imposição ou cumprimento de pena criminal ou em caso de gravidez.
CAPÍTULO III
Dos Impedimentos
Art. 1.521. Não podem casar:
I - os ascendentes com os descendentes, seja o parentesco natural ou civil;
II - os afins em linha reta;
III - o adotante com quem foi cônjuge do adotado e o adotado com quem o foi do adotante;
IV - os irmãos, unilaterais ou bilaterais, e demais colaterais, até o terceiro grau inclusive;
V - o adotado com o filho do adotante;
VI - as pessoas casadas;
VII - o cônjuge sobrevivente com o condenado por homicídio ou tentativa de homicídio contra o seu consorte.
Art. 1.522. Os impedimentos podem ser opostos, até o momento da celebração do casamento, por qualquer pessoa capaz.
Parágrafo único. Se o juiz, ou o oficial de registro, tiver conhecimento da existência de algum impedimento, será obrigado a declará-lo.
CAPÍTULO IV
Das causas suspensivas
Art. 1.523. Não devem casar:
I - o viúvo ou a viúva que tiver filho do cônjuge falecido, enquanto não fizer inventário dos bens do casal e der partilha aos herdeiros;
II - a viúva, ou a mulher cujo casamento se desfez por ser nulo ou ter sido anulado, até dez meses depois do começo da viuvez, ou da dissolução da sociedade conjugal;
III - o divorciado, enquanto não houver sido homologada ou decidida a partilha dos bens do casal;
IV - o tutor ou o curador e os seus descendentes, ascendentes, irmãos, cunhados ou sobrinhos, com a pessoa tutelada ou curatelada, enquanto não cessar a tutela ou curatela, e não estiverem saldadas as respectivas contas.
Parágrafo único. É permitido aos nubentes solicitar ao juiz que não lhes sejam aplicadas as causas suspensivas previstas nos incisos I, III e IV deste artigo, provando-se a inexistência de prejuízo, respectivamente, para o herdeiro, para o ex-cônjuge e para a pessoa tutelada ou curatelada; no caso do inciso II, a nubente deverá provar nascimento de filho, ou inexistência de gravidez, na fluência do prazo.
Art. 1.524. As causas suspensivas da celebração do casamento podem ser argüidas pelos parentes em linha reta de um dos nubentes, sejam consangüíneos ou afins, e pelos colaterais em segundo grau, sejam também consangüíneos ou afins.
CAPÍTULO V
Do Processo de Habilitação PARA O CASAMENTO
Art. 1.525. O requerimento de habilitação para o casamento será firmado por ambos os nubentes, de próprio punho, ou, a seu pedido, por procurador, e deve ser instruído com os seguintes documentos:
I - certidão de nascimento ou documento equivalente;
II - autorização por escrito das pessoas sob cuja dependência legal estiverem, ou ato judicial que a supra;
III - declaração de duas testemunhas maiores, parentes ou não, que atestem conhecê-los e afirmem não existir impedimento que os iniba de casar;
IV - declaração do estado civil, do domicílio e da residência atual dos contraentes e de seus pais, se forem conhecidos;
V - certidão de óbito do cônjuge falecido, de sentença declaratória de nulidade ou de anulação de casamento, transitada em julgado, ou do registro da sentença de divórcio.
Art. 1.526.  A habilitação será feita pessoalmente perante o oficial do Registro Civil, com a audiência do Ministério Público. (Redação dada pela Lei nº 12.133, de 2009)  Vigência
Parágrafo único.  Caso haja impugnação do oficial, do Ministério Público ou de terceiro, a habilitação será submetida ao juiz. (Incluído pela Lei nº 12.133, de 2009)  Vigência
Art. 1.527. Estando em ordem a documentação, o oficial extrairá o edital, que se afixará durante quinze dias nas circunscrições do Registro Civil de ambos os nubentes, e, obrigatoriamente, se publicará na imprensa local, se houver.
Parágrafo único. A autoridade competente, havendo urgência, poderá dispensar a publicação.
Art. 1.528. É dever do oficial do registro esclarecer os nubentes a respeito dos fatos que podem ocasionar a invalidade do casamento, bem como sobre os diversos regimes de bens.
Art. 1.529. Tanto os impedimentos quanto as causas suspensivas serão opostos em declaração escrita e assinada, instruída com as provas do fato alegado, ou com a indicação do lugar onde possam ser obtidas.
Art. 1.530. O oficial do registro dará aos nubentes ou a seus representantes nota da oposição, indicando os fundamentos, as provas e o nome de quem a ofereceu.
Parágrafo único. Podem os nubentes requerer prazo razoável para fazer prova contrária aos fatos alegados, e promover as ações civis e criminais contra o oponente de má-fé.
Art. 1.531. Cumpridas as formalidades dos arts. 1.526 e 1.527 e verificada a inexistência de fato obstativo, o oficial do registro extrairá o certificado de habilitação.
Art. 1.532. A eficácia da habilitação será de noventa dias, a contar da data em que foi extraído o certificado.
CAPÍTULO VI
Da Celebração do Casamento
Art. 1.533. Celebrar-se-á o casamento, no dia, hora e lugar previamente designados pela autoridade que houver de presidir o ato, mediante petição dos contraentes, que se mostrem habilitados com a certidão do art. 1.531.
Art. 1.534. A solenidade realizar-se-á na sede do cartório, com toda publicidade, a portas abertas, presentes pelo menos duas testemunhas, parentes ou não dos contraentes, ou, querendo as partes e consentindo a autoridade celebrante, noutro edifício público ou particular.
§ 1o Quando o casamento for em edifício particular, ficará este de portas abertas durante o ato.
§ 2o Serão quatro as testemunhas na hipótese do parágrafo anterior e se algum dos contraentes não souber ou não puder escrever.
Art. 1.535. Presentes os contraentes, em pessoa ou por procurador especial, juntamente com as testemunhas e o oficial do registro, o presidente do ato, ouvida aos nubentes a afirmação de que pretendem casar por livre e espontânea vontade, declarará efetuado o casamento, nestes termos:"De acordo com a vontade que ambos acabais de afirmar perante mim, de vos receberdes por marido e mulher, eu, em nome da lei, vos declaro casados."
Art. 1.536. Do casamento, logo depois de celebrado, lavrar-se-á o assento no livro de registro. No assento, assinado pelo presidente do ato, pelos cônjuges, as testemunhas, e o oficial do registro, serão exarados:
I - os prenomes, sobrenomes, datas de nascimento, profissão, domicílio e residência atual dos cônjuges;
II - os prenomes, sobrenomes, datas de nascimento ou de morte, domicílio e residência atual dos pais;
III - o prenome e sobrenome do cônjuge precedente e a data da dissolução do casamento anterior;
IV - a data da publicação dos proclamas e da celebração do casamento;
V - a relação dos documentos apresentados ao oficial do registro;
VI - o prenome, sobrenome, profissão, domicílio e residência atual das testemunhas;
VII - o regime do casamento, com a declaração da data e do cartório em cujas notas foi lavrada a escritura antenupcial, quando o regime não for o da comunhão parcial, ou o obrigatoriamente estabelecido.
Art. 1.537. O instrumento da autorização para casar transcrever-se-á integralmente na escritura antenupcial.
Art. 1.538. A celebração do casamento será imediatamente suspensa se algum dos contraentes:
I - recusar a solene afirmação da sua vontade;
II - declarar que esta não é livre e espontânea;
III - manifestar-se arrependido.
Parágrafo único. O nubente que, por algum dos fatos mencionados neste artigo, der causa à suspensão do ato, não será admitido a retratar-se no mesmo dia.
Art. 1.539. No caso de moléstia grave de um dos nubentes, o presidente do ato irá celebrá-lo onde se encontrar o impedido, sendo urgente, ainda que à noite, perante duas testemunhas que saibam ler e escrever.
§ 1o A falta ou impedimento da autoridade competente para presidir o casamento suprir-se-á por qualquer dos seus substitutos legais, e a do oficial do Registro Civil por outro ad hoc, nomeado pelo presidente do ato.
§ 2o O termo avulso, lavrado pelo oficial ad hoc, será registrado no respectivo registro dentro em cinco dias, perante duas testemunhas, ficando arquivado.
Art. 1.540. Quando algum dos contraentes estiver em iminente risco de vida, não obtendo a presença da autoridade à qual incumba presidir o ato, nem a de seu substituto, poderá o casamento ser celebrado na presença de seis testemunhas, que com os nubentes não tenham parentesco em linha reta, ou, na colateral, até segundo grau.
Art. 1.541. Realizado o casamento, devem as testemunhas comparecer perante a autoridade judicial mais próxima, dentro em dez dias, pedindo que lhes tome por termo a declaração de:
I - que foram convocadas por parte do enfermo;
II - que este parecia em perigo de vida, mas em seu juízo;
III - que, em sua presença, declararam os contraentes, livre e espontaneamente, receber-se por marido e mulher.
§ 1o Autuado o pedido e tomadas as declarações, o juiz procederá às diligências necessárias para verificar se os contraentes podiam ter-se habilitado, na forma ordinária, ouvidos os interessados que o requererem, dentro em quinze dias.
§ 2o Verificada a idoneidade dos cônjuges para o casamento, assim o decidirá a autoridade competente, com recurso voluntário às partes.
§ 3o Se da decisão não se tiver recorrido, ou se ela passar em julgado, apesar dos recursos interpostos, o juiz mandará registrá-la no livro do Registro dos Casamentos.
§ 4o O assento assim lavrado retrotrairá os efeitos do casamento, quanto ao estado dos cônjuges, à data da celebração.
§ 5o Serão dispensadas as formalidades deste e do artigo antecedente, se o enfermo convalescer e puder ratificar o casamento na presença da autoridade competente e do oficial do registro.
Art. 1.542. O casamento pode celebrar-se mediante procuração, por instrumento público, com poderes especiais.
§ 1o A revogação do mandato não necessita chegar ao conhecimento do mandatário; mas, celebrado o casamento sem que o mandatário ou o outro contraente tivessem ciência da revogação, responderá o mandante por perdas e danos.
§ 2o O nubente que não estiver em iminente risco de vida poderá fazer-se representar no casamento nuncupativo.
§ 3o A eficácia do mandato não ultrapassará noventa dias.
§ 4o Só por instrumento público se poderá revogar o mandato.
CAPÍTULO VII
Das Provas do Casamento
Art. 1.543. O casamento celebrado no Brasil prova-se pela certidão do registro.
Parágrafo único. Justificada a falta ou perda do registro civil, é admissível qualquer outra espécie de prova.
Art. 1.544. O casamento de brasileiro, celebrado no estrangeiro, perante as respectivas autoridades ou os cônsules brasileiros, deverá ser registrado em cento e oitenta dias, a contar da volta de um ou de ambos os cônjuges ao Brasil, no cartório do respectivo domicílio, ou, em sua falta, no 1o Ofício da Capital do Estado em que passarem a residir.
Art. 1.545. O casamento de pessoas que, na posse do estado de casadas, não possam manifestar vontade, ou tenham falecido, não se pode contestar em prejuízo da prole comum, salvo mediante certidão do Registro Civil que prove que já era casada alguma delas, quando contraiu o casamento impugnado.
Art. 1.546. Quando a prova da celebração legal do casamento resultar de processo judicial, o registro da sentença no livro do Registro Civil produzirá, tanto no que toca aos cônjuges como no que respeita aos filhos, todos os efeitos civis desde a data do casamento.
Art. 1.547. Na dúvida entre as provas favoráveis e contrárias, julgar-se-á pelo casamento, se os cônjuges, cujo casamento se impugna, viverem ou tiverem vivido na posse do estado de casados.
CAPÍTULO VIII
Da Invalidade do Casamento
Art. 1.548. É nulo o casamento contraído:
I - pelo enfermo mental sem o necessário discernimento para os atos da vida civil;
II - por infringência de impedimento.
Art. 1.549. A decretação de nulidade de casamento, pelos motivos previstos no artigo antecedente, pode ser promovida mediante ação direta, por qualquer interessado, ou pelo Ministério Público.
Art. 1.550. É anulável o casamento:
I - de quem não completou a idade mínima para casar;
II - do menor em idade núbil, quando não autorizado por seu representante legal;
III - por vício da vontade, nos termos dos arts. 1.556 a 1.558;
IV - do incapaz de consentir ou manifestar, de modo inequívoco, o consentimento;
V - realizado pelo mandatário, sem que ele ou o outro contraente soubesse da revogação do mandato, e não sobrevindo coabitação entre os cônjuges;
VI - por incompetência da autoridade celebrante.
Parágrafo único. Equipara-se à revogação a invalidade do mandato judicialmente decretada.
Art. 1.551. Não se anulará, por motivo de idade, o casamento de que resultou gravidez.
Art. 1.552. A anulação do casamento dos menores de dezesseis anos será requerida:
I - pelo próprio cônjuge menor;
II - por seus representantes legais;
III - por seus ascendentes.
Art. 1.553. O menor que não atingiu a idade núbil poderá, depois de completá-la, confirmar seu casamento, com a autorização de seus representantes legais, se necessária, ou com suprimento judicial.
Art. 1.554. Subsiste o casamento celebrado por aquele que, sem possuir a competência exigida na lei, exercer publicamente as funções de juiz de casamentos e, nessa qualidade, tiver registrado o ato no Registro Civil.
Art. 1.555. O casamento do menor em idade núbil, quando não autorizado por seu representante legal, só poderá ser anulado se a ação for proposta em cento e oitenta dias, por iniciativa do incapaz, ao deixar de sê-lo, de seus representantes legais ou de seus herdeiros necessários.
§ 1o O prazo estabelecido neste artigo será contado do dia em que cessou a incapacidade, no primeiro caso; a partir do casamento, no segundo; e, no terceiro, da morte do incapaz.
§ 2o Não se anulará o casamento quando à sua celebração houverem assistido os representantes legais do incapaz, ou tiverem, por qualquer modo, manifestado sua aprovação.
Art. 1.556. O casamento pode ser anulado por vício da vontade, se houve por parte de um dos nubentes, ao consentir, erro essencial quanto à pessoa do outro.
Art. 1.557. Considera-se erro essencial sobre a pessoa do outro cônjuge:
I - o que diz respeito à sua identidade, sua honra e boa fama, sendo esse erro tal que o seu conhecimento ulterior torne insuportável a vida em comum ao cônjuge enganado;
II - a ignorância de crime, anterior ao casamento, que, por sua natureza, torne insuportável a vida conjugal;
III - a ignorância, anterior ao casamento, de defeito físico irremediável, ou de moléstia grave e transmissível, pelo contágio ou herança, capaz de pôr em risco a saúde do outro cônjuge ou de sua descendência;
IV - a ignorância, anterior ao casamento, de doença mental grave que, por sua natureza, torne insuportável a vida em comum ao cônjuge enganado.
Art. 1.558. É anulável o casamento em virtude de coação, quando o consentimento de um ou de ambos os cônjuges houver sido captado mediante fundado temor de mal considerável e iminente para a vida, a saúde e a honra, sua ou de seus familiares.
Art. 1.559. Somente o cônjuge que incidiu em erro, ou sofreu coação, pode demandar a anulação do casamento; mas a coabitação, havendo ciência do vício, valida o ato, ressalvadas as hipóteses dos incisos III e IV do art. 1.557.
Art. 1.560. O prazo para ser intentada a ação de anulação do casamento, a contar da data da celebração, é de:
I - cento e oitenta dias, no caso do inciso IV do art. 1.550;
II - dois anos, se incompetente a autoridade celebrante;
III - três anos, nos casos dos incisos I a IV do art. 1.557;
IV - quatro anos, se houver coação.
§ 1o Extingue-se, em cento e oitenta dias, o direito de anular o casamento dos menores de dezesseis anos, contado o prazo para o menor do dia em que perfez essa idade; e da data do casamento, para seus representantes legais ou ascendentes.
§ 2o Na hipótese do inciso V do art. 1.550, o prazo para anulação do casamento é de cento e oitenta dias, a partir da data em que o mandante tiver conhecimento da celebração.
Art. 1.561. Embora anulável ou mesmo nulo, se contraído de boa-fé por ambos os cônjuges, o casamento, em relação a estes como aos filhos, produz todos os efeitos até o dia da sentença anulatória.
§ 1o Se um dos cônjuges estava de boa-fé ao celebrar o casamento, os seus efeitos civis só a ele e aos filhos aproveitarão.
§ 2o Se ambos os cônjuges estavam de má-fé ao celebrar o casamento, os seus efeitos civis só aos filhos aproveitarão.
Art. 1.562. Antes de mover a ação de nulidade do casamento, a de anulação, a de separação judicial, a de divórcio direto ou a de dissolução de união estável, poderá requerer a parte, comprovando sua necessidade, a separação de corpos, que será concedida pelo juiz com a possível brevidade.
Art. 1.563. A sentença que decretar a nulidade do casamento retroagirá à data da sua celebração, sem prejudicar a aquisição de direitos, a título oneroso, por terceiros de boa-fé, nem a resultante de sentença transitada em julgado.
Art. 1.564. Quando o casamento for anulado por culpa de um dos cônjuges, este incorrerá:
I - na perda de todas as vantagens havidas do cônjuge inocente;
II - na obrigação de cumprir as promessas que lhe fez no contrato antenupcial.
CAPÍTULO IX
Da Eficácia do Casamento
Art. 1.565. Pelo casamento, homem e mulher assumem mutuamente a condição de consortes, companheiros e responsáveis pelos encargos da família.
§ 1o Qualquer dos nubentes, querendo, poderá acrescer ao seu o sobrenome do outro.
§ 2o O planejamento familiar é de livre decisão do casal, competindo ao Estado propiciar recursos educacionais e financeiros para o exercício desse direito, vedado qualquer tipo de coerção por parte de instituições privadas ou públicas.
Art. 1.566. São deveres de ambos os cônjuges:
I - fidelidade recíproca;
II - vida em comum, no domicílio conjugal;
III - mútua assistência;
IV - sustento, guarda e educação dos filhos;
V - respeito e consideração mútuos.
Art. 1.567. A direção da sociedade conjugal será exercida, em colaboração, pelo marido e pela mulher, sempre no interesse do casal e dos filhos.
Parágrafo único. Havendo divergência, qualquer dos cônjuges poderá recorrer ao juiz, que decidirá tendo em consideração aqueles interesses.
Art. 1.568. Os cônjuges são obrigados a concorrer, na proporção de seus bens e dos rendimentos do trabalho, para o sustento da família e a educação dos filhos, qualquer que seja o regime patrimonial.
Art. 1.569. O domicílio do casal será escolhido por ambos os cônjuges, mas um e outro podem ausentar-se do domicílio conjugal para atender a encargos públicos, ao exercício de sua profissão, ou a interesses particulares relevantes.
Art. 1.570. Se qualquer dos cônjuges estiver em lugar remoto ou não sabido, encarcerado por mais de cento e oitenta dias, interditado judicialmente ou privado, episodicamente, de consciência, em virtude de enfermidade ou de acidente, o outro exercerá com exclusividade a direção da família, cabendo-lhe a administração dos bens.

No próximo post sobre o casamento civil, vamos ver quais são os regimes de bens!!!

Qualquer dúvida é só comentar ou mandar um e-mail para: casaroubike@gmail.com!!!

Beijocas e abraçocas!!!
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